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Estímulo à ciência no ensino médio tem acordo com universidades e maioria de meninas
12/09/2025
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Instituições como Fiocruz, Unicamp e USP oferecem parcerias. Alguns estudantes podem receber bolsa de R$ 300 mensais
Programas de iniciação científica voltados a estudantes de ensino médio estimulam o interesse dos jovens pela ciência e ajudam na escolha vocacional.
Por meio de parcerias com as escolas, alunos frequentam laboratórios e entram em contato com pesquisadores de instituições como USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade de Campinas), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e universidades federais.
Em alguns casos, os estudantes recebem bolsa de R$ 300 mensais do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O benefício é reservado para a rede pública.
Ex-aluna do colégio Pedro 2º, no Rio de Janeiro, Juliana Figueiredo, 18, participou por três anos do Provoc (Programa de Vocação Científica) no Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz.
“Foi uma experiência incrível porque no colégio a gente não tinha os mesmos recursos que o laboratório da Fiocruz”.
Veja o texto na íntegra: Folha de S.Paulo
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Programas de iniciação científica voltados a estudantes de ensino médio estimulam o interesse dos jovens pela ciência e ajudam na escolha vocacional.
Por meio de parcerias com as escolas, alunos frequentam laboratórios e entram em contato com pesquisadores de instituições como USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade de Campinas), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e universidades federais.
Em alguns casos, os estudantes recebem bolsa de R$ 300 mensais do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O benefício é reservado para a rede pública.
Ex-aluna do colégio Pedro 2º, no Rio de Janeiro, Juliana Figueiredo, 18, participou por três anos do Provoc (Programa de Vocação Científica) no Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz.
“Foi uma experiência incrível porque no colégio a gente não tinha os mesmos recursos que o laboratório da Fiocruz”.
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