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Ensino técnico no Brasil cresce, mas ainda está bem longe de países ricos
10/09/2025
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Brasil tem também proporção de alunos inferior a nações latino-americanas como México, Chile e Colômbia
O Brasil cresceu 6% na proporção de matrículas do ensino técnico na última década, com a porcentual de alunos do ensino médio envolvidos em programas profissionalizantes aumentando de 8% em 2013 para 14% em 2023, segundo o relatório Education at a Glance, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado nesta terça-feira, 9.
Mas, essa proporção ainda é um terço da média dos países que fazem parte da OCDE e é, inclusive, inferior à de outros países latino-americanos como Chile, México e Colômbia – 33%, 35% e 28%, respectivamente, em 2023.
O Brasil também ficou com proporção menor do que a China, que tinha, em 2023, 40% dos estudantes no chamado ensino médio técnico profissionalizante – correspondente ao ensino técnico brasileiro -, mas acima de outras nações do Brics, como a África do Sul (9%) e Índia (6%).
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos
O Brasil cresceu 6% na proporção de matrículas do ensino técnico na última década, com a porcentual de alunos do ensino médio envolvidos em programas profissionalizantes aumentando de 8% em 2013 para 14% em 2023, segundo o relatório Education at a Glance, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado nesta terça-feira, 9.
Mas, essa proporção ainda é um terço da média dos países que fazem parte da OCDE e é, inclusive, inferior à de outros países latino-americanos como Chile, México e Colômbia – 33%, 35% e 28%, respectivamente, em 2023.
O Brasil também ficou com proporção menor do que a China, que tinha, em 2023, 40% dos estudantes no chamado ensino médio técnico profissionalizante – correspondente ao ensino técnico brasileiro -, mas acima de outras nações do Brics, como a África do Sul (9%) e Índia (6%).
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