Voltar para Notícias
Você não precisa ser bom em Matemática para gostar dela, ensina professora em novo livro
09/09/2025
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Eugenia Cheng explora as escolhas que fazemos para determinar se duas coisas — números, formas, palavras e até mesmo pessoas — são iguais
Eugenia Cheng sempre quis ser matemática. Mas não da maneira que alguns podem imaginar.
Ex-professora titular da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, Cheng se demitiu em 2016 e, desde então, leciona na Escola do Instituto de Arte de Chicago e escreveu vários livros populares sobre Matemática. Um deles era uma exploração comestível da Matemática; outro reimaginava o gênero através de sua lente matemática como uma das poucas mulheres na área.
O último livro de Cheng, Unequal: The Math of When Things Do and Don’t Add Up (Desigual: a Matemática de quando as coisas somam e quando não somam), é todo sobre equações. Mas é mais do que uma repetição das muitas fórmulas que você deve se lembrar de ter aprendido no ensino médio. No livro, Cheng argumenta que uma equação — em seu sentido mais básico, uma declaração de que duas coisas são iguais — pode ser uma afirmação profunda sobre as escolhas que fazemos sobre o que é ou não é igual.
Por exemplo, 2 x 3 pode ser igual a 3 x 2. Mas dois pacotes com três biscoitos cada são diferentes de três pacotes com dois biscoitos cada. Um cubo desenhado de frente e de lado parece diferente, embora entendamos que as duas formas são iguais.
Veja o texto na integra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Eugenia Cheng sempre quis ser matemática. Mas não da maneira que alguns podem imaginar.
Ex-professora titular da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, Cheng se demitiu em 2016 e, desde então, leciona na Escola do Instituto de Arte de Chicago e escreveu vários livros populares sobre Matemática. Um deles era uma exploração comestível da Matemática; outro reimaginava o gênero através de sua lente matemática como uma das poucas mulheres na área.
O último livro de Cheng, Unequal: The Math of When Things Do and Don’t Add Up (Desigual: a Matemática de quando as coisas somam e quando não somam), é todo sobre equações. Mas é mais do que uma repetição das muitas fórmulas que você deve se lembrar de ter aprendido no ensino médio. No livro, Cheng argumenta que uma equação — em seu sentido mais básico, uma declaração de que duas coisas são iguais — pode ser uma afirmação profunda sobre as escolhas que fazemos sobre o que é ou não é igual.
Por exemplo, 2 x 3 pode ser igual a 3 x 2. Mas dois pacotes com três biscoitos cada são diferentes de três pacotes com dois biscoitos cada. Um cubo desenhado de frente e de lado parece diferente, embora entendamos que as duas formas são iguais.
Veja o texto na integra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.