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Após veto a PMs, gestão Tarcísio não garante escolas cívico-militares para este ano
07/08/2025
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Programa deveria começar no segundo semestre, mas governo paulista encara incertezas sobre processo de recrutamento
O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) não garante que irá iniciar o modelo de escolas cívico-militares na rede estadual paulista neste ano. A contratação de policiais militares aposentados que atuariam como monitores foi barrada em caráter liminar pela Justiça.
Promessa do governador à base bolsonarista, o programa deveria ter início em cem escolas no segundo semestre letivo. As aulas retornaram há mais de uma semana, em 28 de julho, e ainda não há previsão de quando, e se, o governo conseguirá retomar o processo de contratação.
O edital para a seleção dos agentes foi barrado por duas decisões judiciais publicadas em 18 de julho. A gestão estadual recorreu e conseguiu reverter uma delas. “A Secretaria da Educação informa que recorreu da decisão judicial, pois a suspensão prejudica os alunos que optaram pelo modelo cívico-militar”, disse em nota a pasta.
Veja a matéria na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) não garante que irá iniciar o modelo de escolas cívico-militares na rede estadual paulista neste ano. A contratação de policiais militares aposentados que atuariam como monitores foi barrada em caráter liminar pela Justiça.
Promessa do governador à base bolsonarista, o programa deveria ter início em cem escolas no segundo semestre letivo. As aulas retornaram há mais de uma semana, em 28 de julho, e ainda não há previsão de quando, e se, o governo conseguirá retomar o processo de contratação.
O edital para a seleção dos agentes foi barrado por duas decisões judiciais publicadas em 18 de julho. A gestão estadual recorreu e conseguiu reverter uma delas. “A Secretaria da Educação informa que recorreu da decisão judicial, pois a suspensão prejudica os alunos que optaram pelo modelo cívico-militar”, disse em nota a pasta.
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