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Quase 70% dos polos EAD correm o risco de fechar
24/07/2025
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Marco regulatório do MEC exige unidades mais estruturadas para atender cursos com maior carga horária presencial
As novas regras do ensino a distância (EAD) podem provocar o fechamento da maior parte dos polos, unidades onde são realizadas atividades presenciais como aulas práticas e provas. Dos 26,2 mil polos operacionais no país, 67% têm, no máximo, 99 alunos matriculados, o que é considerado um volume inviável financeiramente. Além disso, muitos deles são espaços pequenos, sem estrutura de laboratórios e pessoal. Ou seja, estão desenquadrados às novas exigências do Ministério da Educação (MEC), que está priorizando cursos com maior presencialidade.
Segundo levantamento da consultoria Hoper Educação, há 52,3 mil polos registrados no MEC, mas apenas 26,2 mil têm, ao menos, uma matrícula. Os dados, calculados com base no Censo 2023 do MEC, mostram ainda que somente 8,7 mil polos possuem mais de 100 alunos, cada. “Será que apenas 33% dos polos têm alguma chance real de sobrevivência no novo modelo, considerando a viabilidade de operação com estrutura mínima?”, questiona Paulo Presse, consultor da Hoper.
Veja o texto na íntegra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
As novas regras do ensino a distância (EAD) podem provocar o fechamento da maior parte dos polos, unidades onde são realizadas atividades presenciais como aulas práticas e provas. Dos 26,2 mil polos operacionais no país, 67% têm, no máximo, 99 alunos matriculados, o que é considerado um volume inviável financeiramente. Além disso, muitos deles são espaços pequenos, sem estrutura de laboratórios e pessoal. Ou seja, estão desenquadrados às novas exigências do Ministério da Educação (MEC), que está priorizando cursos com maior presencialidade.
Segundo levantamento da consultoria Hoper Educação, há 52,3 mil polos registrados no MEC, mas apenas 26,2 mil têm, ao menos, uma matrícula. Os dados, calculados com base no Censo 2023 do MEC, mostram ainda que somente 8,7 mil polos possuem mais de 100 alunos, cada. “Será que apenas 33% dos polos têm alguma chance real de sobrevivência no novo modelo, considerando a viabilidade de operação com estrutura mínima?”, questiona Paulo Presse, consultor da Hoper.
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