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Na falta de residências médicas, cursos de especialização crescem e preocupam
24/06/2025
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Título de especialista só é reconhecido por duas vias: a residência médica credenciada ou aprovação em exame realizado por sociedades de especialidade filiadas à AMB
Com o número de faculdades de medicina crescendo em ritmo maior do que o de vagas em residências médicas, tem aumentado no mercado a oferta de cursos de especialização a recém-formados como alternativa para quem quer seguir uma especialidade. A proliferação desse tipo de pós-graduação, contudo, tem despertado preocupação entre representantes do setor, que veem falta de controle quanto à qualidade e à função desses programas.
A Demografia Médica no Brasil 2025, elaborada em parceria entre o Ministério da Saúde, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a Associação Médica Brasileira (AMB), evidenciou que o crescimento acelerado da graduação em medicina no Brasil, sobretudo na rede privada, não foi acompanhado por um aumento proporcional de vagas em residência médica — o principal meio de formação de especialistas.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Com o número de faculdades de medicina crescendo em ritmo maior do que o de vagas em residências médicas, tem aumentado no mercado a oferta de cursos de especialização a recém-formados como alternativa para quem quer seguir uma especialidade. A proliferação desse tipo de pós-graduação, contudo, tem despertado preocupação entre representantes do setor, que veem falta de controle quanto à qualidade e à função desses programas.
A Demografia Médica no Brasil 2025, elaborada em parceria entre o Ministério da Saúde, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a Associação Médica Brasileira (AMB), evidenciou que o crescimento acelerado da graduação em medicina no Brasil, sobretudo na rede privada, não foi acompanhado por um aumento proporcional de vagas em residência médica — o principal meio de formação de especialistas.
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