Voltar para Notícias
Ministro da Educação diz estudar mudança no Fundeb para atrelar repasses a desempenho
12/06/2025
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Camilo Santana afirmou ser contrário à redução de recursos para a área, mas defende que é preciso retorno na qualidade educacional
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que estuda mudanças no Fundeb, o principal mecanismo de financiamento da educação básica, para atrelar maiores repasses do governo federal para estados e municípios que atingirem melhores resultados educacionais.
Ele defendeu que é preciso haver um “retorno de qualidade na educação” diante da quantidade de recursos destinados pela União. A declaração acontece no momento em que o Ministério da Fazenda, do governo Lula (PT), cogita mudar o piso para a educação e travar a ampliação da complementação ao Fundeb —medidas que resultariam em menos recursos para a área.
Santana disse que não foi convidado para discutir o assunto e reforçou ser contrário às duas propostas aventadas.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que estuda mudanças no Fundeb, o principal mecanismo de financiamento da educação básica, para atrelar maiores repasses do governo federal para estados e municípios que atingirem melhores resultados educacionais.
Ele defendeu que é preciso haver um “retorno de qualidade na educação” diante da quantidade de recursos destinados pela União. A declaração acontece no momento em que o Ministério da Fazenda, do governo Lula (PT), cogita mudar o piso para a educação e travar a ampliação da complementação ao Fundeb —medidas que resultariam em menos recursos para a área.
Santana disse que não foi convidado para discutir o assunto e reforçou ser contrário às duas propostas aventadas.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.