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Engenharia tem queda de alunos nos últimos oito anos e faz MEC planejar reformulação
27/05/2025
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Aspectos como os laboratórios e até o nível tecnológico oferecido pelas instituições passarão a ser analisados pelo Inep
Com índices preocupantes de qualidade, os cursos de Engenharia também têm apresentado queda consistente no número de matrículas desde 2015 e, em 2023 (último dado disponível), registraram o menor patamar desde 2011. Por conta desse cenário, a área passará por um processo de reformulação. Na última semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a proibição da graduação no formato à distância, num momento em que prepara uma série de novidades na avaliação da área. Aspectos como os laboratórios e até o nível tecnológico oferecido pelas instituições passarão a ser analisados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
— Faltam profissionais em quantidade e qualificados no Brasil. As nossas universidades não formam os engenheiros de acordo com a demanda de mercado. Isso significa que eles, depois que terminam o curso, ainda precisam ser preparados e passam por processos de educação continuada promovida pelas empresas — afirma Vinicius Marchese, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Com índices preocupantes de qualidade, os cursos de Engenharia também têm apresentado queda consistente no número de matrículas desde 2015 e, em 2023 (último dado disponível), registraram o menor patamar desde 2011. Por conta desse cenário, a área passará por um processo de reformulação. Na última semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a proibição da graduação no formato à distância, num momento em que prepara uma série de novidades na avaliação da área. Aspectos como os laboratórios e até o nível tecnológico oferecido pelas instituições passarão a ser analisados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
— Faltam profissionais em quantidade e qualificados no Brasil. As nossas universidades não formam os engenheiros de acordo com a demanda de mercado. Isso significa que eles, depois que terminam o curso, ainda precisam ser preparados e passam por processos de educação continuada promovida pelas empresas — afirma Vinicius Marchese, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).
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