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Reparação da verdade
26/05/2025
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Investigação conduzida por 40 pesquisadores desmonta mitos e comprova a revolução silenciosa das cotas nas universidades
Maria Nazaré Marchi é professora de Biologia do Instituto Federal da Bahia (IFBA). Ministra aulas de Biologia Geral para alunos da graduação e de Botânica na pós-graduação. Ela ingressou no curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2004, no primeiro ano em que a instituição implantou em seu processo seletivo uma política de cotas socioeconômicas – um passo decisivo para democratizar o acesso à educação superior, quase uma década antes da Lei 12.711, de 2012, marco legal que uniformizou essa ação afirmativa em nível nacional.
Assim como a UFBA, outras universidades públicas adotaram o sistema de cotas antes da norma federal, tendo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) como pioneira, ao implementá-lo em 2002. Passadas mais de duas décadas desde o início desse processo, o Brasil colhe os frutos de uma revolução silenciosa, que abriu as portas do ensino superior para estudantes pobres, pretos, pardos e indígenas – e transformou o debate sobre a questão racial em um país marcado por três séculos e meio de escravidão.
Veja o texto na íntegra: Carta Capital
Maria Nazaré Marchi é professora de Biologia do Instituto Federal da Bahia (IFBA). Ministra aulas de Biologia Geral para alunos da graduação e de Botânica na pós-graduação. Ela ingressou no curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2004, no primeiro ano em que a instituição implantou em seu processo seletivo uma política de cotas socioeconômicas – um passo decisivo para democratizar o acesso à educação superior, quase uma década antes da Lei 12.711, de 2012, marco legal que uniformizou essa ação afirmativa em nível nacional.
Assim como a UFBA, outras universidades públicas adotaram o sistema de cotas antes da norma federal, tendo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) como pioneira, ao implementá-lo em 2002. Passadas mais de duas décadas desde o início desse processo, o Brasil colhe os frutos de uma revolução silenciosa, que abriu as portas do ensino superior para estudantes pobres, pretos, pardos e indígenas – e transformou o debate sobre a questão racial em um país marcado por três séculos e meio de escravidão.
Veja o texto na íntegra: Carta Capital