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Principais programas para acesso ao ensino superior particular encolhem no País
14/03/2025
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Prouni, Fies e mesmo descontos oferecidos pelas faculdades têm beneficiado menos ingressantes nos cursos de graduação; MEC afirma investir nessas políticas
Os principais tipos de bolsa para acesso ao ensino superior particular no país encolheram nos últimos quatro anos. Além dos programas governamentais, os auxílios ofertados pelas próprias faculdades para os estudantes também tiveram redução.
Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicado nesta quarta-feira (12) pelo Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior), que representa faculdades privadas.
A rede particular é responsável por 79,3% das matrículas do ensino superior do Brasil —com 7,91 milhões dos 9,98 milhões de alunos nessa etapa. Depois de uma expansão das políticas de bolsa, o país tem vivido um encolhimento dessas ações, o que pode dificultar o acesso a essa etapa do ensino.
O Brasil tinha como meta chegar até 2024 com 33% dos jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior. Até 2023, no entanto, a taxa chegou a apenas 19,9%.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Os principais tipos de bolsa para acesso ao ensino superior particular no país encolheram nos últimos quatro anos. Além dos programas governamentais, os auxílios ofertados pelas próprias faculdades para os estudantes também tiveram redução.
Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicado nesta quarta-feira (12) pelo Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior), que representa faculdades privadas.
A rede particular é responsável por 79,3% das matrículas do ensino superior do Brasil —com 7,91 milhões dos 9,98 milhões de alunos nessa etapa. Depois de uma expansão das políticas de bolsa, o país tem vivido um encolhimento dessas ações, o que pode dificultar o acesso a essa etapa do ensino.
O Brasil tinha como meta chegar até 2024 com 33% dos jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior. Até 2023, no entanto, a taxa chegou a apenas 19,9%.
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