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Com poucas matrículas, ensino técnico esbarra em ‘cultura de bacharéis’
13/03/2025
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“São mais de 600 mil vagas necessitando de pessoas qualificadas. Mas nossa cultura do bacharelismo leva os estudantes a acreditarem que o mais importante é portar um anel no dedo e ser chamado de doutor”, afirma Ricardo Tonassi, presidente do Foncede (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação) e professor na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
Com somente 11% de seu alunado entre 15 e 19 anos matriculado no ensino técnico profissionalizante, o Brasil caminha a passos lentos em sua trajetória para criar alternativas de formação aos jovens e, ao mesmo tempo, fortalecer setores estratégicos de sua indústria —um dos objetivos centrais dessa modalidade de ensino.
A que se deve esse baixo percentual, considerando a média de quase 37% dos países da OCDE, clube das nações mais ricas do mundo?
Para Ricardo Tonassi, presidente do Foncede (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação) e professor na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), um dos fatores é a chamada “cultura do bacharelismo” —ou seja, o valor simbólico socialmente atribuído a um diploma universitário.
Veja o texto na íntegra: UOL
Com somente 11% de seu alunado entre 15 e 19 anos matriculado no ensino técnico profissionalizante, o Brasil caminha a passos lentos em sua trajetória para criar alternativas de formação aos jovens e, ao mesmo tempo, fortalecer setores estratégicos de sua indústria —um dos objetivos centrais dessa modalidade de ensino.
A que se deve esse baixo percentual, considerando a média de quase 37% dos países da OCDE, clube das nações mais ricas do mundo?
Para Ricardo Tonassi, presidente do Foncede (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação) e professor na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), um dos fatores é a chamada “cultura do bacharelismo” —ou seja, o valor simbólico socialmente atribuído a um diploma universitário.
Veja o texto na íntegra: UOL