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Governo Tarcísio planeja terceirizar manutenção de 143 escolas antigas da capital
31/10/2024
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Segundo secretário, consulta pública foi aberta e edital deve sair no início de 2025; governo leiloou o primeiro lote de novas unidades em SP
A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) planeja terceirizar no próximo ano a manutenção de 143 escolas que já estão em funcionamento na cidade de São Paulo. A PPP (Parceria Público-Privada) para essas unidades antigas está em consulta pública, e a expectativa do governo estadual é de que seja possível fazer o leilão no segundo trimestre do ano que vem.
Na manhã desta terça-feira (29), o governador leiloou o primeiro lote de unidades escolares que vão ser construídas e geridas pelo setor privado. O vencedor foi o consórcio Novas Escolas Oeste SP, que tem como empresa líder a Engeform Engenharia LTDA —sócia da empresa que administra cemitérios na capital paulista.
Logo após o anúncio do consórcio vencedor, Tarcísio defendeu as parcerias com o setor privado e negou que o processo se trate de “privatizar” escolas.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) planeja terceirizar no próximo ano a manutenção de 143 escolas que já estão em funcionamento na cidade de São Paulo. A PPP (Parceria Público-Privada) para essas unidades antigas está em consulta pública, e a expectativa do governo estadual é de que seja possível fazer o leilão no segundo trimestre do ano que vem.
Na manhã desta terça-feira (29), o governador leiloou o primeiro lote de unidades escolares que vão ser construídas e geridas pelo setor privado. O vencedor foi o consórcio Novas Escolas Oeste SP, que tem como empresa líder a Engeform Engenharia LTDA —sócia da empresa que administra cemitérios na capital paulista.
Logo após o anúncio do consórcio vencedor, Tarcísio defendeu as parcerias com o setor privado e negou que o processo se trate de “privatizar” escolas.
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