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Falta de saneamento afeta desempenho nas aulas e leva a atraso escolar de dois anos
11/10/2024
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Pesquisa levou em conta os resultados da edição de 2021 do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)
Em 2019, 6,6 milhões de crianças brasileiras de até 6 anos ficaram afastadas de atividades escolares por problemas decorrentes da falta de saneamento básico, segundo um estudo do Instituto Trata Brasil. A lacuna gera impactos por toda a vida dos alunos e pode representar a diferença entre adquirir ou não, na idade adulta, uma casa própria, de acordo com a pesquisa.
— Crianças de até 11 anos sem saneamento não conseguem identificar as horas em um relógio ou calcular o troco. Adolescentes sem acesso a essa infraestrutura têm um atraso escolar de quase dois anos — alerta a presidente do instituto, Luana Pretto, lembrando que o número de crianças que ficam fora das salas de aula por doenças como cólera e diarreia foi quase o mesmo da população do Paraguai, de 6,8 milhões — Na primeira infância, de 0 a 6 anos, elas são muito afetadas na saúde, com doenças gastrointestinais e bucais. Quando têm uma diarreia frequente, ficam desnutridas e têm prejuízo no desenvolvimento físico e cognitivo.
Veja o texto na integra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Em 2019, 6,6 milhões de crianças brasileiras de até 6 anos ficaram afastadas de atividades escolares por problemas decorrentes da falta de saneamento básico, segundo um estudo do Instituto Trata Brasil. A lacuna gera impactos por toda a vida dos alunos e pode representar a diferença entre adquirir ou não, na idade adulta, uma casa própria, de acordo com a pesquisa.
— Crianças de até 11 anos sem saneamento não conseguem identificar as horas em um relógio ou calcular o troco. Adolescentes sem acesso a essa infraestrutura têm um atraso escolar de quase dois anos — alerta a presidente do instituto, Luana Pretto, lembrando que o número de crianças que ficam fora das salas de aula por doenças como cólera e diarreia foi quase o mesmo da população do Paraguai, de 6,8 milhões — Na primeira infância, de 0 a 6 anos, elas são muito afetadas na saúde, com doenças gastrointestinais e bucais. Quando têm uma diarreia frequente, ficam desnutridas e têm prejuízo no desenvolvimento físico e cognitivo.
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