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Por que apenas 25% dos estudantes saem direto da escola para a faculdade?
11/10/2024
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É o que mostram dados inéditos do Censo da Educação Superior; pela primeira vez também são detalhados os polos de EAD
Só um em cada quatro jovens que concluem o ensino médio vai para a faculdade no ano seguinte. O dado inédito consta do Censo da Educação Superior, divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), que mostrou que o País chegou a 9,9 milhões de universitários, maior número em nove anos. E a educação a distância se aproxima de superar a presencial, com 4,9 milhões de alunos.
Dos concluintes em 2022, 27% ingressaram na educação superior em 2023. O resultado é melhor nas escolas federais, em que essa proporção sobe para 58% (só 1% abaixo da privada), mas é ainda pior nas redes estaduais, onde fica em 21%. Quando se considera o ensino médio técnico, uma das necessidades para o País conforme especialistas, o valor melhora – 44%.
Só que as desigualdades sociais também surgem. Entre os jovens pretos, são 17% os ingressantes no ano seguinte. Meninas e meninos brancos são 37%, independentemente da rede de ensino. Há ainda disparidade por local de estudo: 27% dos estudantes das escolas urbanas ingressaram na educação superior imediatamente após a conclusão da educação básica. Enquanto isso, nas escolas rurais, esse porcentual foi de 16%.
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Só um em cada quatro jovens que concluem o ensino médio vai para a faculdade no ano seguinte. O dado inédito consta do Censo da Educação Superior, divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), que mostrou que o País chegou a 9,9 milhões de universitários, maior número em nove anos. E a educação a distância se aproxima de superar a presencial, com 4,9 milhões de alunos.
Dos concluintes em 2022, 27% ingressaram na educação superior em 2023. O resultado é melhor nas escolas federais, em que essa proporção sobe para 58% (só 1% abaixo da privada), mas é ainda pior nas redes estaduais, onde fica em 21%. Quando se considera o ensino médio técnico, uma das necessidades para o País conforme especialistas, o valor melhora – 44%.
Só que as desigualdades sociais também surgem. Entre os jovens pretos, são 17% os ingressantes no ano seguinte. Meninas e meninos brancos são 37%, independentemente da rede de ensino. Há ainda disparidade por local de estudo: 27% dos estudantes das escolas urbanas ingressaram na educação superior imediatamente após a conclusão da educação básica. Enquanto isso, nas escolas rurais, esse porcentual foi de 16%.
Veja o texto na íntegra: Estadão
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