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Sindicatos de professores se dividem: um decide assinar acordo com governo e o outro manter a greve
29/05/2024
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Situação repete o que aconteceu em 2012 e 2015; paralisação já dura mais de 40 dias em algumas instituições
Em meio a negociações com o governo federal para reajustes salariais, dois sindicatos dos professores definiram caminhos diferentes. Enquanto um decidiu fechar acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, e o outro deliberou pela manutenção da greve. A situação repete o que aconteceu em 2012 e 2015.
A proposta do governo para professores prevê diferentes níveis de reajuste para a categoria. Os que ganham mais receberiam um aumento de 13,3% até 2026. Os que ganham menos, de 31%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Em meio a negociações com o governo federal para reajustes salariais, dois sindicatos dos professores definiram caminhos diferentes. Enquanto um decidiu fechar acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, e o outro deliberou pela manutenção da greve. A situação repete o que aconteceu em 2012 e 2015.
A proposta do governo para professores prevê diferentes níveis de reajuste para a categoria. Os que ganham mais receberiam um aumento de 13,3% até 2026. Os que ganham menos, de 31%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024.
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