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Decisões judiciais mandam USP aceitar candidatos pardos e abrem debate sobre comissões que avaliam a raça de candidatos
07/03/2024
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Coordenadores e especialistas defendem que grupos são necessários para coibir fraudes, mas admitem que é preciso apostar em constante melhorias para diminuir a subjetividade das decisões e evitar erros
Processos judiciais em que dois estudantes pedem para entrar na USP pelo sistema de cotas, depois de terem a matrícula recusada por não serem considerados pardos, geraram questionamentos sobre a eficácia das comissões de heteroidentificação que aferem a raça dos aprovados por essa reserva de vagas. Coordenadores dessas comissões e especialistas defendem que as comissões são necessárias para coibir fraudes, mas admitem que é preciso apostar em constante melhorias para diminuir a subjetividade das decisões e evitar erros.
Coordenadores dessas comissões e especialistas defendem que as comissões são necessárias para coibir fraudes, mas admitem que é preciso apostar em constante melhorias para diminuir a subjetividade das decisões e evitar erros.
A reserva de vagas para pessoas pretas e pardas em instituições de ensino superior existe em escala federal desde 2012, mas não há uma legislação definindo o funcionamento dessas bancas, e cabe às instituições ou normas estaduais criarem seus próprios critérios para aferir se o candidato é de fato preto ou pardo.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Processos judiciais em que dois estudantes pedem para entrar na USP pelo sistema de cotas, depois de terem a matrícula recusada por não serem considerados pardos, geraram questionamentos sobre a eficácia das comissões de heteroidentificação que aferem a raça dos aprovados por essa reserva de vagas. Coordenadores dessas comissões e especialistas defendem que as comissões são necessárias para coibir fraudes, mas admitem que é preciso apostar em constante melhorias para diminuir a subjetividade das decisões e evitar erros.
Coordenadores dessas comissões e especialistas defendem que as comissões são necessárias para coibir fraudes, mas admitem que é preciso apostar em constante melhorias para diminuir a subjetividade das decisões e evitar erros.
A reserva de vagas para pessoas pretas e pardas em instituições de ensino superior existe em escala federal desde 2012, mas não há uma legislação definindo o funcionamento dessas bancas, e cabe às instituições ou normas estaduais criarem seus próprios critérios para aferir se o candidato é de fato preto ou pardo.
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