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Relatório sobre novo ensino médio amplia carga comum, mas abaixo do que MEC quer
13/12/2023
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Novo texto de projeto de lei prevê 2.100 horas para disciplinas como Português e Matemática, enquanto governo Lula defende 2.400
O deputado Mendonça Filho (União-PE) finalizou neste domingo (10) o relatório sobre o projeto de lei para alterar a estrutura curricular do novo ensino médio. No texto, há previsão de ampliação da carga-horária da parte comum, a chamada Formação Geral Básica, mas que fica abaixo da proposta apresentada pelo governo Lula (PT).
O novo relatório prevê que, em uma carga horária total de 3.000 horas ao longo dos três anos da etapa, 2.100 horas sejam destinados para a parte comum. Isso representa um aumento com relação à disposição atual, que estipula 1.800 horas as disciplinas tradicionais (como português e matemática) —o restante fica para os chamados itinerários formativos, áreas de aprofundamento criadas na reforma do governo Michel Temer (MDB) e alvo de polêmica desde sua implantação, em 2022.
Por outro lado, o texto de Mendonça prevê menos horas comuns que o plano do MEC (Ministério da Educação), que defende 2.400 horas. Também recua em outros pontos: o relatório não cita mais disciplinas obrigatórias, como faz o texto do governo Lula, e traz uma reorganização diferente dos itinerários.
Veja texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O deputado Mendonça Filho (União-PE) finalizou neste domingo (10) o relatório sobre o projeto de lei para alterar a estrutura curricular do novo ensino médio. No texto, há previsão de ampliação da carga-horária da parte comum, a chamada Formação Geral Básica, mas que fica abaixo da proposta apresentada pelo governo Lula (PT).
O novo relatório prevê que, em uma carga horária total de 3.000 horas ao longo dos três anos da etapa, 2.100 horas sejam destinados para a parte comum. Isso representa um aumento com relação à disposição atual, que estipula 1.800 horas as disciplinas tradicionais (como português e matemática) —o restante fica para os chamados itinerários formativos, áreas de aprofundamento criadas na reforma do governo Michel Temer (MDB) e alvo de polêmica desde sua implantação, em 2022.
Por outro lado, o texto de Mendonça prevê menos horas comuns que o plano do MEC (Ministério da Educação), que defende 2.400 horas. Também recua em outros pontos: o relatório não cita mais disciplinas obrigatórias, como faz o texto do governo Lula, e traz uma reorganização diferente dos itinerários.
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