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Lei de Cotas que contempla quilombolas ficou mais inclusiva, diz pesquisador
17/08/2023
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Mudanças na reserva de vagas para universidades foram aprovadas pela Câmara; ativista vê fortalecimento de comunidades
A renovação da Lei de Cotas, aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada, estabeleceu a inclusão da população quilombola entre os beneficiados na reserva de vagas em universidades e institutos federais de ensino do país.
O texto, que segue para discussão no Senado, prevê que as novas regras sejam mantidas até 2033, com avaliação a cada dez anos, com ciclos anuais de monitoramento.
Outras mudanças foram a redução da renda familiar per capita dos candidatos à cota para 1 salário mínimo; a ampliação das políticas afirmativas para a pós-graduação; e a alteração no mecanismo de ingresso, permitindo que as notas sejam computadas na ampla concorrência primeiro e, caso não sejam atingidas, possam ser usadas nas reservas de vagas.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A renovação da Lei de Cotas, aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada, estabeleceu a inclusão da população quilombola entre os beneficiados na reserva de vagas em universidades e institutos federais de ensino do país.
O texto, que segue para discussão no Senado, prevê que as novas regras sejam mantidas até 2033, com avaliação a cada dez anos, com ciclos anuais de monitoramento.
Outras mudanças foram a redução da renda familiar per capita dos candidatos à cota para 1 salário mínimo; a ampliação das políticas afirmativas para a pós-graduação; e a alteração no mecanismo de ingresso, permitindo que as notas sejam computadas na ampla concorrência primeiro e, caso não sejam atingidas, possam ser usadas nas reservas de vagas.
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