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“As cotas raciais têm resultados fantásticos”, afirma reitora da UnB
12/07/2023
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Ao Correio Braziliense, a reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão, fez um balanço sobre os 20 anos de aplicação das reservas de cotas no ensino superior. Ela também defendeu a adoção para os concursos de professores no magistério superior
A Lei de Cotas foi tema do CB.Poder — parceria entre Correio e TV Brasília. À jornalista Ana Maria Campos, desta segunda-feira (10/7), a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, relembrou o histórico de lutas para implementação do modelo de ingresso na instituição.
“Não há diferença entre a capacidade de um estudante que ingressa por cotas ou não”, garante ela, que também falou sobre a aplicação do sistema para seleção de professores. A dirigente da UnB comentou, ainda, os benefícios voltados para as mulheres da universidade, com a construção de uma creche no campus Darcy Ribeiro.
Estamos comemorando 20 anos da Lei das Cotas. Podemos fazer um balanço positivo desse período de ações afirmativas?
A UnB tem o protagonismo de ter iniciado as cotas raciais no país. Em 2003, nós aprovamos; em 2004, nós iniciamos. Em junho completaram 20 anos. O balanço é muito positivo, mas foi muito difícil chegar aqui. Nossas cotas foram questionadas na Justiça e tivemos que nos defender. Em 2012, o Governo Federal sancionou a Lei das Cotas, e a UnB manteve as cotas raciais. Hoje, a UnB cumpre a lei, mas mantém seu protagonismo, ao manter 5% de cotas exclusivamente raciais.
Veja o texto na íntegra: Correio Braziliense
A Lei de Cotas foi tema do CB.Poder — parceria entre Correio e TV Brasília. À jornalista Ana Maria Campos, desta segunda-feira (10/7), a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, relembrou o histórico de lutas para implementação do modelo de ingresso na instituição.
“Não há diferença entre a capacidade de um estudante que ingressa por cotas ou não”, garante ela, que também falou sobre a aplicação do sistema para seleção de professores. A dirigente da UnB comentou, ainda, os benefícios voltados para as mulheres da universidade, com a construção de uma creche no campus Darcy Ribeiro.
Estamos comemorando 20 anos da Lei das Cotas. Podemos fazer um balanço positivo desse período de ações afirmativas?
A UnB tem o protagonismo de ter iniciado as cotas raciais no país. Em 2003, nós aprovamos; em 2004, nós iniciamos. Em junho completaram 20 anos. O balanço é muito positivo, mas foi muito difícil chegar aqui. Nossas cotas foram questionadas na Justiça e tivemos que nos defender. Em 2012, o Governo Federal sancionou a Lei das Cotas, e a UnB manteve as cotas raciais. Hoje, a UnB cumpre a lei, mas mantém seu protagonismo, ao manter 5% de cotas exclusivamente raciais.
Veja o texto na íntegra: Correio Braziliense