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Na contramão do MEC, estados investem em escolas cívico-militares
28/06/2023
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País tem 433 unidades do modelo, incentivado pelo governo Jair Bolsonaro, mas de fora da lista de prioridades da atual gestão; Paraná concentra quase metade do total no Brasil
Modelo incentivado no governo Jair Bolsonaro, as escolas cívico-militares deixaram de ser prioridade na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas continuam em expansão, por iniciativa de estados e municípios. Levantamento do GLOBO mostra que 433 unidades da rede pública no país atualmente adotam o sistema de gestão compartilhada, das quais 208 foram implantadas em parceria com o Ministério da Educação e outras 225 pelos próprios estados.
Após o ministério anunciar que o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado no governo passado, ficará em segundo plano, estados como o Paraná anunciaram que continuarão a investir no modelo. O Paraná concentra quase metade das unidades em atividade, com 206 — 194 colégios do modelo estadual e 12 do programa federal. Nesse formato, policiais militares ou das Forças Armadas passam a participar das atividades educacionais.
A intenção do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), é dobrar o número de unidades. Em abril, o governador anunciou que a rede estadual deve ampliar para 400 o número de escolas cívico-militares. A instalação será onde houver demanda e pedidos de pais, a um custo de mais de R$ 30 milhões por ano.
Veja o texto na íntegra: O Globo
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Modelo incentivado no governo Jair Bolsonaro, as escolas cívico-militares deixaram de ser prioridade na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas continuam em expansão, por iniciativa de estados e municípios. Levantamento do GLOBO mostra que 433 unidades da rede pública no país atualmente adotam o sistema de gestão compartilhada, das quais 208 foram implantadas em parceria com o Ministério da Educação e outras 225 pelos próprios estados.
Após o ministério anunciar que o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado no governo passado, ficará em segundo plano, estados como o Paraná anunciaram que continuarão a investir no modelo. O Paraná concentra quase metade das unidades em atividade, com 206 — 194 colégios do modelo estadual e 12 do programa federal. Nesse formato, policiais militares ou das Forças Armadas passam a participar das atividades educacionais.
A intenção do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), é dobrar o número de unidades. Em abril, o governador anunciou que a rede estadual deve ampliar para 400 o número de escolas cívico-militares. A instalação será onde houver demanda e pedidos de pais, a um custo de mais de R$ 30 milhões por ano.
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