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Pesquisa inédita faz retrato do ensino de ciências no Brasil na última década
13/04/2023
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Panorama feito pelo British Council aponta caminhos para reduzir lacunas entre formação docente e educação básica
O conhecimento científico e as metodologias e práticas para o ensino das disciplinas de ciências e tecnologia vêm se transformando na última década. Para analisar essas mudanças, o British Council lançou, em parceria com a Fundação Carlos Chagas, o Panorama de Educação STEM no Brasil, que faz uma análise de 2010 a 2020 do ensino de ciências e suas tecnologias, com um recorte inédito a partir de dados do Censo da Educação Básica, do Censo da Educação Superior, de marcos legais e mais de 280 pesquisas sobre o tema.
Segundo Diana Daste, diretora de Educação do British Council, o objetivo do estudo é oferecer estratégias para contribuir com o sistema de educação baseado em evidências e construir uma agenda voltada ao ensino de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na tradução para o português). “Nós reunimos dados e evidências para embasar discussões em políticas públicas educacionais”, explica.
Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O conhecimento científico e as metodologias e práticas para o ensino das disciplinas de ciências e tecnologia vêm se transformando na última década. Para analisar essas mudanças, o British Council lançou, em parceria com a Fundação Carlos Chagas, o Panorama de Educação STEM no Brasil, que faz uma análise de 2010 a 2020 do ensino de ciências e suas tecnologias, com um recorte inédito a partir de dados do Censo da Educação Básica, do Censo da Educação Superior, de marcos legais e mais de 280 pesquisas sobre o tema.
Segundo Diana Daste, diretora de Educação do British Council, o objetivo do estudo é oferecer estratégias para contribuir com o sistema de educação baseado em evidências e construir uma agenda voltada ao ensino de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na tradução para o português). “Nós reunimos dados e evidências para embasar discussões em políticas públicas educacionais”, explica.
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