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“A Lei de Cotas é a maior reparação que podemos ter nesse país”, diz Anielle Franco
22/02/2023
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Ministra defende auxílio financeiro para garantir a permanência de estudantes na universidade
Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco defende que a lei de cotas seja aprimorada para garantir o acesso da população negra ao ensino superior. Em entrevista ao GLOBO, ela argumenta que é preciso ampliar a política para garantir a permanência desses estudantes na universidade. Uma das ideias seria direcionar um auxílio financeiro robusto para incentivar os jovens.
A pouco mais de um mês dos 100 dias de gestão, Anielle Franco também quer entregar como marca de sua gestão estratégias para o combate à fome e à violência, que atingem principalmente a população negra do país. Ao GLOBO, a ministra falou sobre as investigações do assassinato de sua irmã, a vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e afirmou que meia década após o crime tem perdido as esperanças de ver o caso resolvido.
Sobre a perspectiva de federalização das investigações, ela afirma que antes é preciso entender em que termos isso aconteceria.
Anielle negou que haja constrangimento em dividir a Esplanada com Daniela Carneiro, acusada de envolvimento com milicianos: “Eu não nomeei a ministra, respeito a decisão do presidente”.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco defende que a lei de cotas seja aprimorada para garantir o acesso da população negra ao ensino superior. Em entrevista ao GLOBO, ela argumenta que é preciso ampliar a política para garantir a permanência desses estudantes na universidade. Uma das ideias seria direcionar um auxílio financeiro robusto para incentivar os jovens.
A pouco mais de um mês dos 100 dias de gestão, Anielle Franco também quer entregar como marca de sua gestão estratégias para o combate à fome e à violência, que atingem principalmente a população negra do país. Ao GLOBO, a ministra falou sobre as investigações do assassinato de sua irmã, a vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e afirmou que meia década após o crime tem perdido as esperanças de ver o caso resolvido.
Sobre a perspectiva de federalização das investigações, ela afirma que antes é preciso entender em que termos isso aconteceria.
Anielle negou que haja constrangimento em dividir a Esplanada com Daniela Carneiro, acusada de envolvimento com milicianos: “Eu não nomeei a ministra, respeito a decisão do presidente”.
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