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“Colocar servidor negacionista em sala de aula é bomba-relógio”, diz professor sobre lei de SP que veta exigência de cartão de vacinação
17/02/2023
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Secretaria da Educação informou que professores anteriormente afastados por não estarem imunizados contra covid devem voltar às escolas em 3 dias
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou na quarta-feira (15) um projeto de lei que proíbe a exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para acesso a locais públicos ou privados do estado, incluindo escolas. A medida permite que professores não vacinados voltem para salas de aula já a partir desta quinta (16), o que está preocupando a categoria.
“A categoria da Educação entra em risco, nós temos uma categoria envelhecida, com muitas comorbidades. Colocar servidores negacionistas em sala de aula é uma bomba-relógio. Crianças e outros funcionários estarão em risco. O decreto revoga o 6.642 e desobriga todos os servidores públicos a apresentar seu atestado de vacinação”, afirma André Sapanos, professor da rede estadual e membro da Apeoesp, o sindicato da categoria.
“No nosso entendimento, ao revogar, ele dá a liberdade para que todos os funcionários negacionistas, não vacinados, contaminem a sociedade”, finaliza.
Leia na íntegra:G1
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou na quarta-feira (15) um projeto de lei que proíbe a exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para acesso a locais públicos ou privados do estado, incluindo escolas. A medida permite que professores não vacinados voltem para salas de aula já a partir desta quinta (16), o que está preocupando a categoria.
“A categoria da Educação entra em risco, nós temos uma categoria envelhecida, com muitas comorbidades. Colocar servidores negacionistas em sala de aula é uma bomba-relógio. Crianças e outros funcionários estarão em risco. O decreto revoga o 6.642 e desobriga todos os servidores públicos a apresentar seu atestado de vacinação”, afirma André Sapanos, professor da rede estadual e membro da Apeoesp, o sindicato da categoria.
“No nosso entendimento, ao revogar, ele dá a liberdade para que todos os funcionários negacionistas, não vacinados, contaminem a sociedade”, finaliza.
Leia na íntegra:G1