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Em sete anos, federais deixaram de ofertar 19% das vagas destinadas a negros
11/10/2022
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
A conclusão faz parte do relatório “Pesquisa sobre a Implementação da Política de Cotas Raciais nas Universidades Federais”, criado com dados de 64 federais
Completando 10 anos em vigor em agosto de 2022, a Lei de Cotas destina 50% das vagas de cursos de graduação de universidades e institutos federais a estudantes de escola pública. Dentro dessa reserva, fixa uma cota para alunos pretos, pardos e indígenas em grau proporcional à população do estado. Isso, porém, não foi o que aconteceu, segundo relatório feito pela ABPN (Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as) e DPU (Defensoria Pública da União).
A estimativa é que as universidades não ofertaram 19,4% das vagas que deveriam ser destinadas às cotas raciais entre 2013 e 2019. O número, superior a 70 mil vagas, é quase a capacidade total do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
Leia na íntegra: UOL
Completando 10 anos em vigor em agosto de 2022, a Lei de Cotas destina 50% das vagas de cursos de graduação de universidades e institutos federais a estudantes de escola pública. Dentro dessa reserva, fixa uma cota para alunos pretos, pardos e indígenas em grau proporcional à população do estado. Isso, porém, não foi o que aconteceu, segundo relatório feito pela ABPN (Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as) e DPU (Defensoria Pública da União).
A estimativa é que as universidades não ofertaram 19,4% das vagas que deveriam ser destinadas às cotas raciais entre 2013 e 2019. O número, superior a 70 mil vagas, é quase a capacidade total do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
Leia na íntegra: UOL