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Brasil foi o 4º país com mais tempo de escolas fechadas na pandemia, diz OCDE
04/10/2022
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Especialistas destacam necessidade de estratégias para recuperar aprendizagem de crianças e adolescentes; relatório da entidade mostra que escolaridade ameniza crises econômicas
O Brasil foi o segundo país da América do Sul e o quarto do mundo que mais tempo manteve fechadas as escolas durante os dois anos e meio de pandemia de covid-19, segundo novo relatório da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta segunda-feira, 3. Foram 178 dias sem aulas para os estudantes mais velhos do ensino fundamental e do médio, o triplo de tempo na comparação com a média de países mais ricos. Os três que tiveram pior situação foram Chile, Letônia e Polônia.
Em 2020, 1,5 bilhão de estudantes em 188 países foram impedidos de frequentar as salas de aula por causa da quarentena imposta, uma estratégia recomenda por especialistas para frear a transmissão da covid-19. Na medida em que as vacinas se tornaram amplamente disponíveis ao longo de 2021, a situação melhorou gradualmente e os países suspenderam muitas de restrição do contato social. Além disso, estudos mostraram que as escolas não eram os espaços com maior risco de contágio.
Análises de larga escala começam a mostrar o tamanho das lacunas de aprendizagem motivadas pela crise sanitária. Dados do Saeb, principal avaliação federal de educação, divulgados em setembro apontam queda nos níveis de aprendizagem de Português e Matemática em todas as etapas do ensino básico.
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Leia também:
Folha de S. Paulo – Brasil é o 2º país com maior proporção de jovens sem trabalhar e sem estudar
O Brasil foi o segundo país da América do Sul e o quarto do mundo que mais tempo manteve fechadas as escolas durante os dois anos e meio de pandemia de covid-19, segundo novo relatório da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta segunda-feira, 3. Foram 178 dias sem aulas para os estudantes mais velhos do ensino fundamental e do médio, o triplo de tempo na comparação com a média de países mais ricos. Os três que tiveram pior situação foram Chile, Letônia e Polônia.
Em 2020, 1,5 bilhão de estudantes em 188 países foram impedidos de frequentar as salas de aula por causa da quarentena imposta, uma estratégia recomenda por especialistas para frear a transmissão da covid-19. Na medida em que as vacinas se tornaram amplamente disponíveis ao longo de 2021, a situação melhorou gradualmente e os países suspenderam muitas de restrição do contato social. Além disso, estudos mostraram que as escolas não eram os espaços com maior risco de contágio.
Análises de larga escala começam a mostrar o tamanho das lacunas de aprendizagem motivadas pela crise sanitária. Dados do Saeb, principal avaliação federal de educação, divulgados em setembro apontam queda nos níveis de aprendizagem de Português e Matemática em todas as etapas do ensino básico.
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