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Número de negros em medicina na USP aumenta, mas brancos ainda são maioria
28/09/2022
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Em 2018, a USP recebeu 303 alunos negros contra 1.362 brancos nas faculdades de medicina. Neste ano, foram 512 novos estudantes que se autodeclararam pardos ou pretos e 1.560 brancos
“Imagina falar para mainha lá atrás que eu ia passar em medicina na USP [Universidade de São Paulo]”, relembra o estudante Ytalo Pau-Ferro, 22 anos. Natural de Irecê, a 515 quilômetros da capital baiana, ele foi aprovado no início do ano passado no curso mais concorrido do Brasil e na instituição que é considerada a melhor do país.
Sendo negro e pobre, e de uma região vulnerável, ser aprovado na USP era uma ideia distante. “Passar em medicina, de onde eu venho, é uma coisa surreal, é muito desconexa da nossa realidade”, conta. Sua mãe é auxiliar de cozinha na prefeitura da cidade baiana e seu pai, vendedor ambulante.
Veja o texto na íntegra: UOL
“Imagina falar para mainha lá atrás que eu ia passar em medicina na USP [Universidade de São Paulo]”, relembra o estudante Ytalo Pau-Ferro, 22 anos. Natural de Irecê, a 515 quilômetros da capital baiana, ele foi aprovado no início do ano passado no curso mais concorrido do Brasil e na instituição que é considerada a melhor do país.
Sendo negro e pobre, e de uma região vulnerável, ser aprovado na USP era uma ideia distante. “Passar em medicina, de onde eu venho, é uma coisa surreal, é muito desconexa da nossa realidade”, conta. Sua mãe é auxiliar de cozinha na prefeitura da cidade baiana e seu pai, vendedor ambulante.
Veja o texto na íntegra: UOL