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Com testagem e reforço, primeiro semestre presencial já apresenta bons resultados nas escolas brasileiras
02/08/2022
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Em Caruaru (PE), Secretaria de Educação criou “alfabetômetro” para monitorar quantos os alunos apresentam dificuldade para ler e escrever
A proximidade entre professores e alunos que faltou em 2020 e 2021, quando a pandemia impôs ensino à distância e isolamento, mostra que pode fazer toda a diferença. Os primeiros resultados do primeiro semestre com volta integral às salas de aula em 2022 são otimistas. Sobretudo, nas redes municipais que adotaram planos e estratégias para recuperar o tempo perdido e monitoram o desempenho dos alunos para garantir a esperada volta por cima. Em Caruaru, Pernambuco, para não haver risco de alguém ficar para trás, foi criado o “alfabetômetro”, que informa quantas são as crianças que, após a devastação da Covid-19, ainda não sabem ler ou escrever.
m Ubá, Minas Gerais, a aposta em professores de apoio — um profissional a mais em sala de aula — conduziu as turmas do segundo ano do ensino fundamental a um índice surpreendente: 93% dos alunos apresentaram nível de aprendizagem médio ou alto em matemática neste primeiro semestre. No ano passado, o mesmo desempenho só era alcançado por 30% dos estudantes. Em língua portuguesa, a proporção de crianças na mesma etapa escolar com desempenho equivalente passou de 10% para 68%.
— Além da contratação de 270 professores de apoio (um crescimento de 30% de docentes na rede), fizemos um planejamento pedagógico com acompanhamento semanal e promovemos muitas capacitações — conta o secretário de Educação da cidade, Samuel Gazolla Lima.
Veja o texto na íntegra: O Globo
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A proximidade entre professores e alunos que faltou em 2020 e 2021, quando a pandemia impôs ensino à distância e isolamento, mostra que pode fazer toda a diferença. Os primeiros resultados do primeiro semestre com volta integral às salas de aula em 2022 são otimistas. Sobretudo, nas redes municipais que adotaram planos e estratégias para recuperar o tempo perdido e monitoram o desempenho dos alunos para garantir a esperada volta por cima. Em Caruaru, Pernambuco, para não haver risco de alguém ficar para trás, foi criado o “alfabetômetro”, que informa quantas são as crianças que, após a devastação da Covid-19, ainda não sabem ler ou escrever.
m Ubá, Minas Gerais, a aposta em professores de apoio — um profissional a mais em sala de aula — conduziu as turmas do segundo ano do ensino fundamental a um índice surpreendente: 93% dos alunos apresentaram nível de aprendizagem médio ou alto em matemática neste primeiro semestre. No ano passado, o mesmo desempenho só era alcançado por 30% dos estudantes. Em língua portuguesa, a proporção de crianças na mesma etapa escolar com desempenho equivalente passou de 10% para 68%.
— Além da contratação de 270 professores de apoio (um crescimento de 30% de docentes na rede), fizemos um planejamento pedagógico com acompanhamento semanal e promovemos muitas capacitações — conta o secretário de Educação da cidade, Samuel Gazolla Lima.
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