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Sistema de formação de professores
05/02/2009
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12051
<P>No encerramento do grupo de trabalho das grandes cidades, que reúne os secretários municipais de educação das 26 capitais dos estados, do Distrito Federal e das 127 cidades com mais de 163 mil habitantes, o ministro da Educação Fernando Haddad reforçou a importância do piso nacional para o magistério, em vigor desde o início do ano. “Não podemos admitir a perda de interesse pelo magistério”. Haddad comentou os dados do Censo da Educação Superior de 2007, divulgado na terça-feira (3), que mostram uma pequena queda no interesse por cursos da área de Educação. “Os novos dados são mais um alerta para que aumentemos os esforços de criação de um sistema público de formação de professores que envolva a União, estados e municípios”.</P>
<P>O ministro pediu também esforços para a expansão da oferta de educação infantil. “Precisamos garantir que os alunos tenham habilidades próprias para sua idade. Com isso, todo o trabalho no ensino básico será facilitado”. Haddad reforçou os dados que apontam que alunos que cursaram educação infantil concluem com mais freqüência o ensino médio. “A redução nos índices de analfabetismo também passa por um maior investimento na educação infantil”. </P>
<P>A continuidade de ações e a parceria contínua entre União, estados e municípios também foi destacada como ferramenta primordial de melhoria da qualidade da educação no País. Para os prefeitos e secretários presentes ao encontro, Haddad pediu mais participação. “Não subestimem os subsídios que vocês podem nos conceder para melhorar as políticas públicas de educação no país”. </P>
<P>Para o ministro, há inúmeras questões que pedem a manutenção de uma interlocução constante entre o MEC e municípios. “O apoio técnico do ministério está disponível para todos, sem exceção”. </P>
<P>Dentre as ferramentas do MEC para ampliar a interlocução com os municípios, Haddad citou o PAR, afirmando que é um instrumento engenhoso para a continuidade da gestão. Com o PAR, aqueles que chegam agora às secretarias têm um plano de trabalho assinado pelo ministério. “Podem até não gostar e querer mudar, mas isso é bem diferente de chegar e encontrar computadores e gavetas vazias, como tantas vezes se viu”. </P>
<P><FONT size=1>Luciana Yonekawa</FONT></P>
<P>O ministro pediu também esforços para a expansão da oferta de educação infantil. “Precisamos garantir que os alunos tenham habilidades próprias para sua idade. Com isso, todo o trabalho no ensino básico será facilitado”. Haddad reforçou os dados que apontam que alunos que cursaram educação infantil concluem com mais freqüência o ensino médio. “A redução nos índices de analfabetismo também passa por um maior investimento na educação infantil”. </P>
<P>A continuidade de ações e a parceria contínua entre União, estados e municípios também foi destacada como ferramenta primordial de melhoria da qualidade da educação no País. Para os prefeitos e secretários presentes ao encontro, Haddad pediu mais participação. “Não subestimem os subsídios que vocês podem nos conceder para melhorar as políticas públicas de educação no país”. </P>
<P>Para o ministro, há inúmeras questões que pedem a manutenção de uma interlocução constante entre o MEC e municípios. “O apoio técnico do ministério está disponível para todos, sem exceção”. </P>
<P>Dentre as ferramentas do MEC para ampliar a interlocução com os municípios, Haddad citou o PAR, afirmando que é um instrumento engenhoso para a continuidade da gestão. Com o PAR, aqueles que chegam agora às secretarias têm um plano de trabalho assinado pelo ministério. “Podem até não gostar e querer mudar, mas isso é bem diferente de chegar e encontrar computadores e gavetas vazias, como tantas vezes se viu”. </P>
<P><FONT size=1>Luciana Yonekawa</FONT></P>