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País vive epidemia de ignorância, diz presidente da academia de letras
10/02/2020
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Durante a manhã, a Academia soltou uma nota oficial, em que manifestou publicamente o repúdio ao que chamou de censura. ABL não admite o ódio à cultura, o preconceito, o autoritarismo e a autossuficiência que embasam a censura, diz a publicaçãoO presidente da ABL (Academia Brasileira de Letras), Marco Lucchesi, classificou como absurdo o memorando da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia com uma lista de 43 obras clássicas da literatura brasileira e mundial a serem recolhidas de escolas, supostamente por terem conteúdos inadequados para crianças e adolescentes.Entre os livros estão Macunaíma, de Mário de Andrade, e Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, além de títulos de Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony e Franz Kafka, entre outros.Veja o texto na íntegra: UOL Notícias