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MEC troca comando, mas opta mais uma vez por nome sem perfil técnico
10/04/2019
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Assim como Vélez, as declarações públicas conhecidas de Weintraub apontam para um direcionamento ideológico, fato que é visto como risco para o andamento das políticas públicas importantes para a áreaComo prometido no final da semana passada, o presidente Jair Bolsonaro decidiu colocar “na gaveta” a aliança que tinha com o agora ex-ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez e anunciou ontem a escolha no novo titular da pasta, Abraham Weintraub. Até então secretário-executivo da Casa Civil, Weintraub veio do mercado financeiro e não possui experiência conhecida em gestão pública nem em temas educacionais.A demissão de Vélez aconteceu em uma reunião pela manhã, que inicialmente não constava na agenda e que somente o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, acompanhou. A ordem no Planalto foi reforçar que não houve indicações políticas e nem influência do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que apresentou Abraham Weintraub para Bolsonaro, nem de Olavo de Carvalho, que havia indicado Vélez e também possui influência sobre o novo ministro.Leia na íntegra: Valor EconômicoO Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante.