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Minha ligação com Olavo é imaginação
05/04/2019
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Vélez Rodríguez fala das mudanças planejadas para o Ministério, afirma que demissões no primeiro escalão eram administrativamente necessárias e que o “futuro a Deus pertence”Em entrevista exclusiva ao jornal Valor Econômico, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou que haverá mudanças progressivas nos livros didáticos para que as crianças possam ter a ideia verídica, real, do que foi a sua história. Referia-se à maneira como o golpe militar de 1964 e a ditadura são retratados, hoje, nas escolas. Vélez discorda dessas duas premissas: para ele, não houve golpe em 31 de março daquele ano nem o regime que o sucedeu foi uma ditadura.Vélez discorda dessas duas premissas: para ele, não houve golpe em 31 de março daquele ano nem o regime que o sucedeu foi uma ditadura. A história brasileira mostra que o 31 de março de 1964 foi uma decisão soberana da sociedade brasileira. Quem colocou o presidente Castelo Branco no poder não foram os quartéis, disse. Foi a votação no Congresso, uma instância constitucional, quando há a ausência do presidente. Era a Constituição da época e foi seguida à risca. Houve uma mudança de tipo institucional, não foi um golpe contra a Constituição da época, não.Ameaçado de perder o cargo e com o número dois da pasta sendo um militar de alta patente com respaldo de aliados de Jair Bolsonaro, Vélez negou que a nomeação do tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira seja uma espécie de intervenção branca na pasta e que sua permanência esteja sendo tutelada pelo núcleo militar do governo.Veja a entrevista na íntegra: Valor EconômicoO Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante.