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Alfabetização não seguirá metodologia única, afirma secretária do MEC: Precisamos refletir as realidades locais
21/02/2019
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Abordagem ensina os sons das sílabas para orientar alunos a compor palavras. Segundo Tânia Almeida, secretária de educação básica, métodos devem privilegiar realidades locaisO Ministério da Educação (MEC) deve voltar atrás na proposta de promover o método fônico como principal metodologia para a alfabetização. Segundo essa abordagem, os alunos aprendem os sons de letras e sílabas para, aos poucos, formar palavras. A primazia dessa metodologia é criticada por especialistas em educação. Escolhida como uma das prioridades para os cem primeiros dias do governo Bolsonaro, a alfabetização de alunos não pode ser pautada por uma única metodologia, afirmou, na manhã desta terça-feira, a secretária de Educação Básica do MEC, Tânia Almeida.Tânia participou, em São Paulo, de um debate promovido pelo Movimento Todos pela Educação em parceria com a FGV e o MIT. No encontro, discutiu os rumos para o setor no novo governo. Segundo ela, as políticas para a educação básica serão construídas em parceria com estados e municípios, e baseadas em “evidências científicas”. Quanto à alfabetização, defendeu o respeito à diversidade de métodos e públicos:— A política de alfabetização não é pautada em uma única metodologia para chegar em ações. Cada pessoa tem que ser avaliada como indivíduo — afirmou.Veja o texto na íntegra: O GloboO Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.