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Melhores professores deveriam atuar nas escolas com os alunos mais pobres, mas Brasil não aplica essa política, diz OCDE
12/06/2018
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Dados divulgados nesta segunda-feira (11) mostram que países ibero-americanos não compensam a desvantagem socioeconômica entre as escolas colocando nelas os professores mais qualificados e experientesO Brasil, assim como diversos países ibero-americanos, não pratica, como política pública, a seleção de seus melhores professores para atuarem nas escolas com os estudantes mais pobres. A medida pode ajudar a melhorar a qualidade da educação, segundo dois levantamentos divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na manhã desta segunda-feira (11).Os dados do estudo Professores ibero-americanos: insights do Pisa e da Talis fazem, pela primeira vez, segundo a OCDE, um cruzamento de informações de vários questionários aplicados nas escolas dos países participantes das duas pesquisas, com diretores, professores e alunos. Parte das respostas são subjetivas e refletem as percepções de cada grupo de participantes. Mas, segundo a OCDE, o cruzamento também reúne “medidas objetivas” retiradas do Pisa sobre a formação inicial e a experiência de professores.Veja o texto na íntegra: G1