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MEC oferece apenas 800 bolsas e ameaça permanência de 4 mil indígenas e quilombolas na universidade
05/06/2018
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No primeiro semestre de 2018, aproximadamente 2,500 indígenas e quilombolas entraram nas universidades federais e aguardam pela Bolsa PermanênciaCom justificativa de que Ministério da Educação (MEC) trabalha com rombo de quase 11 milhões no Programa Bolsa Permanência, Rossieli Soares, ministro da educação, comunicou no dia 29 de maio cortes no auxílio financeiro à indígenas e quilombolas que estudam em universidades federais. Em reunião com 20 estudantes que viajaram à Brasília para defender o programa, o ministro da educação informou que dispõe únicas 800 vagas anuais.A realidade: a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi/MEC) divulgou que no primeiro semestre universidades federais receberam matrículas de 2500 indígenas e quilombolas. Segundo delegação, inscrições ocorrem por contar com o apoio.Leia na íntegra: CIMILeia também:O Globo – MEC atrasa abertura de bolsas para indígenas e quilombolas carentes