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Base curricular: falta entender que educação sexual e de gênero reduzem evasão
22/12/2017
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A questão é que falar sobre gênero e educação sexual é justamente uma das formas que podem ajudar a resolver um problema crônico: o alto índice de abandono da escolaA proposta do que deve ser ensinado no ensino fundamental do país a partir de 2019, aprovada nesta sexta (15) pelo Conselho Nacional de Educação, ignora elementos que podem segurar o abandono da escola: a educação sexual e de gênero. O ensino religioso foi incluído.A base define que cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, trazer educação sexual e de gênero se quiserem e de maneira transversal. Trocando em miúdos: não há uma orientação para incorporação desses temas e, se eles não forem tratados na sala de aula, tudo bem.Leia na íntegra, no blog Abecedário, da Folha de São PauloO Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.Leia também:O Globo: Ministro diz que Base Curricular respeita pluralidade