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Após protestos, projeto Escola Sem Partido avança na Câmara de SP
13/12/2017
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Texto foi aprovado pela Comissão de Finanças, último obstáculo que impedia votação em plenário; promessa é discutir projeto no começo de 2018Após uma semana de pressão do Movimento Brasil Livre (MBL) e do Direita São Paulo na Câmara Municipal, o texto que institui o projeto Escola Sem Partido na capital paulista teve as discussões retomadas nesta segunda-feira, 11, e foi aprovado pela Comissão de Finanças, último trâmite necessário antes de o texto ser liberado para a votação em plenário. A expectativa é que o projeto seja votado no começo do ano que vem.De autoria dos vereadores Fernando Holiday (DEM), membro do MBL, e Eduardo Tuma (PSDB), vice-presidente da Câmara, o projeto institui “deveres” a serem obedecidos pelos professores na sala de aula. O texto prevê que o docente”deverá abster-se de introduzir, em disciplina obrigatória, conteúdos que possam estar em conflito com as convicções morais dos estudantes ou de seus pais”, entre outros quatro deveres. Ele conta com assinatura de outros 15 parlamentares.Leia na íntegra: O Estado de S. PauloO Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.