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Por má qualidade, MEC corta mais 2,8 mil vagas de cursos superiores da área de saúde
05/12/2011
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80359
Desde que
foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério já cortou
mais de 7 mil vagas em faculdades que oferecem cursos consideradas de
baixa qualidade.
O Ministério da Educação (MEC) anunciou ontem (1°) o
corte de mais 2.794 vagas em 153 cursos que obtiveram resultado
insatisfatório nas avaliações de qualidade promovidas pela pasta. A
medida atinge graduações nas áreas de biomedicina, nutrição e
fisioterapia que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso
(CPC) de 2010.
O indicador afere a qualidade da oferta do ensino em uma escala que
vai de 1 a 5. As informações foram publicadas no Diário Oficial da
União. O corte faz parte do processo de supervisão pelo qual passam
esses cursos em função dos resultados insuficientes. A redução atinge 29
cursos de biomedicina (811 vagas), 50 cursos de nutrição (772 vagas) e
74 cursos de fisioterapia (1.211 vagas).
Desde que foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério
já cortou mais de 7 mil vagas em faculdades que oferecem cursos
consideradas de baixa qualidade. Além das áreas anunciadas ontem, também
houve redução da oferta de vagas em medicina, odontologia e enfermagem.
O MEC informou que pretende suspender, até o fim do ano, 50 mil vagas.
As medidas também atingirão graduações de ciências contábeis e
administração. Na avaliação do ano passado, 594 dos 4.143 cursos
avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considerada satisfatória e CPCs
4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.
As instituições de ensino terão um ano para cumprir as exigências do
termo de saneamento de deficiências que será firmado com o governo. Após
esse período, o MEC fará uma nova avaliação para verificar o
cumprimento das exigências. Se as deficiências não forem corrigidas, as
instituições poderão, ao fim do processo, ser descredenciadas pelo MEC.
(Agência Brasil)
foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério já cortou
mais de 7 mil vagas em faculdades que oferecem cursos consideradas de
baixa qualidade.
O Ministério da Educação (MEC) anunciou ontem (1°) o
corte de mais 2.794 vagas em 153 cursos que obtiveram resultado
insatisfatório nas avaliações de qualidade promovidas pela pasta. A
medida atinge graduações nas áreas de biomedicina, nutrição e
fisioterapia que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso
(CPC) de 2010.
O indicador afere a qualidade da oferta do ensino em uma escala que
vai de 1 a 5. As informações foram publicadas no Diário Oficial da
União. O corte faz parte do processo de supervisão pelo qual passam
esses cursos em função dos resultados insuficientes. A redução atinge 29
cursos de biomedicina (811 vagas), 50 cursos de nutrição (772 vagas) e
74 cursos de fisioterapia (1.211 vagas).
Desde que foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério
já cortou mais de 7 mil vagas em faculdades que oferecem cursos
consideradas de baixa qualidade. Além das áreas anunciadas ontem, também
houve redução da oferta de vagas em medicina, odontologia e enfermagem.
O MEC informou que pretende suspender, até o fim do ano, 50 mil vagas.
As medidas também atingirão graduações de ciências contábeis e
administração. Na avaliação do ano passado, 594 dos 4.143 cursos
avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considerada satisfatória e CPCs
4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.
As instituições de ensino terão um ano para cumprir as exigências do
termo de saneamento de deficiências que será firmado com o governo. Após
esse período, o MEC fará uma nova avaliação para verificar o
cumprimento das exigências. Se as deficiências não forem corrigidas, as
instituições poderão, ao fim do processo, ser descredenciadas pelo MEC.
(Agência Brasil)