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Governo libera viagens para universidades
02/05/2011
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=77331
Decreto permite que instituições de ensino superior gastem o mesmo valor do ano passado com viagens e diárias.<BR><BR>
<P>O governo federal ampliou o gasto com passagens e diárias que as universidades podem ter em 2011. No começo do ano, um decreto cortou em 50% esse tipo de despesa. Porém, o governo entendeu que as universidades precisam ser tratadas de maneira mais flexível, e que viagens são imprescindíveis para se cumprir objetivos de pesquisas, avaliação e participação em bancas de pós-graduação.</P>
<P>"As passagens são instrumentos potencializadores dos principais objetivos da universidade", afirma o reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo de Sousa Junior. Ele destaca que, se o corte de 50% fosse mantido, seria uma limitação trágica para trabalhos acadêmicos essenciais. "A UnB se apoia muito fortemente em um plano de intercâmbio e cooperação internacional, ainda mais agora que enfrentamos um amplo processo de reestruturação".</P>
<P>No mês passado, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) entregou uma carta à presidente Dilma Rousseff com uma série de reivindicações. Uma delas era justamente a revisão da limitação das passagens. "Essa nova decisão significa recuperar o compromisso de que a Educação não sofreria cortes", diz o reitor.</P>
<P>O decano de Planejamento da UnB, Paulo Rocha, elogia a decisão do governo, mas alerta que qualquer limitação com rubricas específicas fere a autonomia das universidades. "Dentro do seu orçamento, a instituição deveria ter liberdade para definir seus gastos", afirma.</P>
<P>Apesar da liberação, todas as viagens internacionais ainda precisam ser autorizadas pelo Ministério da Educação.</P>
<P><FONT size=1>(Ascom da UnB)</FONT></P>
<P>O governo federal ampliou o gasto com passagens e diárias que as universidades podem ter em 2011. No começo do ano, um decreto cortou em 50% esse tipo de despesa. Porém, o governo entendeu que as universidades precisam ser tratadas de maneira mais flexível, e que viagens são imprescindíveis para se cumprir objetivos de pesquisas, avaliação e participação em bancas de pós-graduação.</P>
<P>"As passagens são instrumentos potencializadores dos principais objetivos da universidade", afirma o reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo de Sousa Junior. Ele destaca que, se o corte de 50% fosse mantido, seria uma limitação trágica para trabalhos acadêmicos essenciais. "A UnB se apoia muito fortemente em um plano de intercâmbio e cooperação internacional, ainda mais agora que enfrentamos um amplo processo de reestruturação".</P>
<P>No mês passado, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) entregou uma carta à presidente Dilma Rousseff com uma série de reivindicações. Uma delas era justamente a revisão da limitação das passagens. "Essa nova decisão significa recuperar o compromisso de que a Educação não sofreria cortes", diz o reitor.</P>
<P>O decano de Planejamento da UnB, Paulo Rocha, elogia a decisão do governo, mas alerta que qualquer limitação com rubricas específicas fere a autonomia das universidades. "Dentro do seu orçamento, a instituição deveria ter liberdade para definir seus gastos", afirma.</P>
<P>Apesar da liberação, todas as viagens internacionais ainda precisam ser autorizadas pelo Ministério da Educação.</P>
<P><FONT size=1>(Ascom da UnB)</FONT></P>