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'Educação, infraestrutura e inclusão'
28/04/2011
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=77310
Presidente do Fórum Econômico Mundial indica desafios para América Latina.<BR><BR>
<P>Fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, o professor de economia alemão Klaus Schwab afirma que os países latino-americanos precisam "avançar em educação, infraestrutura, inclusão social, financiamento e inovação" para melhorar o grau de competitividade de suas economias e garantir um crescimento sustentado.</P>
<P>Em entrevista ao jornal O Globo, Schwab, que abre hoje no Rio a sexta edição para a América Latina do fórum que criou 40 anos atrás, em Davos, na Suíça, revela otimismo sobre os avanços conquistados e o papel que começa a desempenhar os países da região.</P>
<P>- Desde que se consiga construir uma base sólida para os próximos dez anos, esta pode muito bem ser a década da América Latina - diz Schwab. - A região retirou 40 milhões de pessoas da pobreza em apenas seis anos, embora a desigualdade permaneça como um desafio importante.</P>
<P>Segundo ele, os países latino-americanos "já emergiram econômica e politicamente no cenário mundial" nos últimos anos. Schwab lembra que o México é o próximo país a assumir a presidência do G-20 e cita a presença do Brasil no grupo dos Brics.</P>
<P>Mas outros problemas também estarão em debate no fórum: inflação acelerada, câmbio apreciado e superaquecimento.</P>
<P>Os problemas de curto prazo dos países mudaram desde a última edição regional do fórum no Rio, em abril de 2009, quando os países estavam mergulhados na recessão.</P>
<P>O evento deste ano também ficou maior: 700 participantes de 42 países, um recorde. A presidente Dilma Rousseff, que faria hoje a abertura do fórum, transferiu sua participação para amanhã. Serão, ao todo, 29 painéis que tratarão de três temas básicos: governança regional e internacional; avanços em inovação e produtividade para o crescimento equitativo; e promoção de parcerias para o desenvolvimento sustentável.</P>
<P>Segundo Marisol Argueta de Barillas, presidente do Fórum para América Latina e Caribe, a inscrição para o evento precisou ser encerrada um mês antes por causa da grande procura. Muitos países que não integram a América Latina enviaram representantes devido ao interesse na região. Somente a comitiva dos EUA desembarca no país com 39 participantes.</P>
<P>- Temos, agora, cinco países da América Latina com grau de investimento. O interesse é grande. E Brasil e China devem se tornar os grandes catalisadores desse crescimento econômico e social da região - acrescenta Marisol Argueta.</P>
<P><FONT size=1>(O Globo)</FONT></P>
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<P>Fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, o professor de economia alemão Klaus Schwab afirma que os países latino-americanos precisam "avançar em educação, infraestrutura, inclusão social, financiamento e inovação" para melhorar o grau de competitividade de suas economias e garantir um crescimento sustentado.</P>
<P>Em entrevista ao jornal O Globo, Schwab, que abre hoje no Rio a sexta edição para a América Latina do fórum que criou 40 anos atrás, em Davos, na Suíça, revela otimismo sobre os avanços conquistados e o papel que começa a desempenhar os países da região.</P>
<P>- Desde que se consiga construir uma base sólida para os próximos dez anos, esta pode muito bem ser a década da América Latina - diz Schwab. - A região retirou 40 milhões de pessoas da pobreza em apenas seis anos, embora a desigualdade permaneça como um desafio importante.</P>
<P>Segundo ele, os países latino-americanos "já emergiram econômica e politicamente no cenário mundial" nos últimos anos. Schwab lembra que o México é o próximo país a assumir a presidência do G-20 e cita a presença do Brasil no grupo dos Brics.</P>
<P>Mas outros problemas também estarão em debate no fórum: inflação acelerada, câmbio apreciado e superaquecimento.</P>
<P>Os problemas de curto prazo dos países mudaram desde a última edição regional do fórum no Rio, em abril de 2009, quando os países estavam mergulhados na recessão.</P>
<P>O evento deste ano também ficou maior: 700 participantes de 42 países, um recorde. A presidente Dilma Rousseff, que faria hoje a abertura do fórum, transferiu sua participação para amanhã. Serão, ao todo, 29 painéis que tratarão de três temas básicos: governança regional e internacional; avanços em inovação e produtividade para o crescimento equitativo; e promoção de parcerias para o desenvolvimento sustentável.</P>
<P>Segundo Marisol Argueta de Barillas, presidente do Fórum para América Latina e Caribe, a inscrição para o evento precisou ser encerrada um mês antes por causa da grande procura. Muitos países que não integram a América Latina enviaram representantes devido ao interesse na região. Somente a comitiva dos EUA desembarca no país com 39 participantes.</P>
<P>- Temos, agora, cinco países da América Latina com grau de investimento. O interesse é grande. E Brasil e China devem se tornar os grandes catalisadores desse crescimento econômico e social da região - acrescenta Marisol Argueta.</P>
<P><FONT size=1>(O Globo)</FONT></P>
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