Voltar para Notícias
Encontro avalia desempenho dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia
25/11/2010
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=74872
Reunião em Brasília faz um balanço das ações desenvolvidas pelos institutos nestes últimos dois anos<BR><BR>
<P>Nesta terça-feira (23/11), foi aberta pelo presidente do CNPq, Carlos Alberto Aragão, a 1° Reunião de Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). O encontro, que se estende até esta quarta-feira, irá reunir cerca de 500 pessoas, entre pesquisadores, avaliadores e consultores, para fazer um balanço das ações desenvolvidas pelos institutos nestes últimos dois anos.</P>
<P>Durante a abertura, Aragão afirmou que a reunião é um marco histórico para o país, pois agrega de forma articulada os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e ainda busca estimular o desenvolvimento da pesquisa científica associada a aplicações que promovam a inovação, a maior interação com o setor empresarial, além de buscar também parcerias no âmbito internacional.</P>
<P>"Pela primeira vez o Brasil lançou um programa desta dimensão na área de C&T. Os institutos têm chamado atenção no cenário internacional, pois englobam projetos altamente articulados com as demandas da sociedade, e extremamente compromissados em desenvolver estratégias para o desenvolvimento sustentável do país", disse Aragão.</P>
<P>O presidente do CNPq fez ainda um panorama da evolução e otimização dos recursos investidos nos INCTs e também sobre os desafios e perspectivas do programa.</P>
<P>"Os 122 institutos contam com recursos de mais de R$ 600 milhões para custeio, capital e bolsas de diferentes modalidades. A meta é ampliarmos ainda mais o número de Institutos nos próximos anos. Já em 2011, dois novos institutos serão criados na área de Ciência do Mar, mas temos ainda o desafio de estimular o dinamismo econômico e científico de maneira mais equilibrada regionalmente, e aumentar a interação da academia com o setor empresarial para incorporarmos de vez a Ciência e Tecnologia na produção do desenvolvimento nacional", afirmou.</P>
<P>Os institutos, presentes em todas as regiões brasileiras, realizam projetos que englobam diversas áreas, como: biotecnologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e comunicação, energia, clima e meio ambiente, engenharias, ciências agrárias, humanas e sociais e ciências exatas e naturais.</P>
<P>Segundo o secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia e também presidente do comitê de coordenação do programa INCT, Luiz Antonio Elias, apesar dos grandes avanços no setor, é necessário aprimorar cada vez mais a agenda da CT&I no cenário brasileiro.</P>
<P>"O ambiente é francamente favorável ao Brasil. A introdução do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação como Política de Estado trouxe importantes avanços, tanto no que diz respeito à evolução dos níveis de investimento, quanto o aprimoramento dos instrumentos de incentivo e de apoio. Mas precisamos estimular ainda mais a capacidade de se fazer ciência no Brasil", ressaltou Luiz Elias.</P>
<P>Nesse sentido, Luiz Elias pontuou a necessidade de aumentar a interatividade entre o conhecimento e o setor empresarial, melhorar a infraestrutura dos laboratórios, aprimorar o ambiente regulatório, ampliar a capacidade nacional de produção científica e principalmente fortalecer ainda mais os Institutos, pois, segundo Elias, os INCTs têm a capacidade de impulsionar a pesquisa científica e tecnológica de ponta para promover maior competitividade do Brasil em nível internacional.</P>
<P>Já o Presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Mário Neto Borges, afirmou durante a solenidade que, para promover maior institucionalidade da Ciência e Tecnologia, é necessário conhecer as características e necessidades regionais e locais, respeitar a legislação estadual específica referente ao orçamento para as Fundações de Apoio à Pesquisa dos estados e principalmente fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos qualificados nas regiões, desde nível técnico a doutor.</P>
<P>"Com essa articulação e sinergia dos Estados frente aos desafios da área de C&T, avançaremos de forma mais rápida e eficaz. A inovação deve se tornar um componente sistêmico em todo o território nacional, e não apenas em lugares pontuais. Tanto o Governo quanto a academia, o setor empresarial e a comunidade em geral devem perceber que investimento em Ciência e Tecnologia e Inovação é investimento no futuro", destacou Borges.</P>
<P>Participaram da abertura também o representante da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Victor Hugo Odorcyk, o representante do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), Fernando Rizzo, o secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, e a vice-presidente do CNPq, Wrana Panizzi, entre outros dirigentes de outras entidades e pesquisadores.</P>
<P><FONT size=1>(Assessoria de Comunicação do CNPq)</FONT></P>
<P>Nesta terça-feira (23/11), foi aberta pelo presidente do CNPq, Carlos Alberto Aragão, a 1° Reunião de Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). O encontro, que se estende até esta quarta-feira, irá reunir cerca de 500 pessoas, entre pesquisadores, avaliadores e consultores, para fazer um balanço das ações desenvolvidas pelos institutos nestes últimos dois anos.</P>
<P>Durante a abertura, Aragão afirmou que a reunião é um marco histórico para o país, pois agrega de forma articulada os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e ainda busca estimular o desenvolvimento da pesquisa científica associada a aplicações que promovam a inovação, a maior interação com o setor empresarial, além de buscar também parcerias no âmbito internacional.</P>
<P>"Pela primeira vez o Brasil lançou um programa desta dimensão na área de C&T. Os institutos têm chamado atenção no cenário internacional, pois englobam projetos altamente articulados com as demandas da sociedade, e extremamente compromissados em desenvolver estratégias para o desenvolvimento sustentável do país", disse Aragão.</P>
<P>O presidente do CNPq fez ainda um panorama da evolução e otimização dos recursos investidos nos INCTs e também sobre os desafios e perspectivas do programa.</P>
<P>"Os 122 institutos contam com recursos de mais de R$ 600 milhões para custeio, capital e bolsas de diferentes modalidades. A meta é ampliarmos ainda mais o número de Institutos nos próximos anos. Já em 2011, dois novos institutos serão criados na área de Ciência do Mar, mas temos ainda o desafio de estimular o dinamismo econômico e científico de maneira mais equilibrada regionalmente, e aumentar a interação da academia com o setor empresarial para incorporarmos de vez a Ciência e Tecnologia na produção do desenvolvimento nacional", afirmou.</P>
<P>Os institutos, presentes em todas as regiões brasileiras, realizam projetos que englobam diversas áreas, como: biotecnologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e comunicação, energia, clima e meio ambiente, engenharias, ciências agrárias, humanas e sociais e ciências exatas e naturais.</P>
<P>Segundo o secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia e também presidente do comitê de coordenação do programa INCT, Luiz Antonio Elias, apesar dos grandes avanços no setor, é necessário aprimorar cada vez mais a agenda da CT&I no cenário brasileiro.</P>
<P>"O ambiente é francamente favorável ao Brasil. A introdução do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação como Política de Estado trouxe importantes avanços, tanto no que diz respeito à evolução dos níveis de investimento, quanto o aprimoramento dos instrumentos de incentivo e de apoio. Mas precisamos estimular ainda mais a capacidade de se fazer ciência no Brasil", ressaltou Luiz Elias.</P>
<P>Nesse sentido, Luiz Elias pontuou a necessidade de aumentar a interatividade entre o conhecimento e o setor empresarial, melhorar a infraestrutura dos laboratórios, aprimorar o ambiente regulatório, ampliar a capacidade nacional de produção científica e principalmente fortalecer ainda mais os Institutos, pois, segundo Elias, os INCTs têm a capacidade de impulsionar a pesquisa científica e tecnológica de ponta para promover maior competitividade do Brasil em nível internacional.</P>
<P>Já o Presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Mário Neto Borges, afirmou durante a solenidade que, para promover maior institucionalidade da Ciência e Tecnologia, é necessário conhecer as características e necessidades regionais e locais, respeitar a legislação estadual específica referente ao orçamento para as Fundações de Apoio à Pesquisa dos estados e principalmente fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos qualificados nas regiões, desde nível técnico a doutor.</P>
<P>"Com essa articulação e sinergia dos Estados frente aos desafios da área de C&T, avançaremos de forma mais rápida e eficaz. A inovação deve se tornar um componente sistêmico em todo o território nacional, e não apenas em lugares pontuais. Tanto o Governo quanto a academia, o setor empresarial e a comunidade em geral devem perceber que investimento em Ciência e Tecnologia e Inovação é investimento no futuro", destacou Borges.</P>
<P>Participaram da abertura também o representante da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Victor Hugo Odorcyk, o representante do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), Fernando Rizzo, o secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, e a vice-presidente do CNPq, Wrana Panizzi, entre outros dirigentes de outras entidades e pesquisadores.</P>
<P><FONT size=1>(Assessoria de Comunicação do CNPq)</FONT></P>