Educação é estratégica contra crise climática

25/03/2026

 

Pesquisa mostra que 43,5% das escolas de educação infantil do País não têm nenhuma área verde No meio do cenário que se tornou a imagem clássica da desigualdade social em São Paulo, entre os prédios com apartamentos de luxo no Morumbi e a favela de Paraisópolis, uma turma de crianças de três a seis anos de idade da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) sai de uma sala de aula e caminha por dentro do Centro Educacional Unificado (CEU) do bairro. Entusiasmadas, acompanham as assistentes de classe em direção a uma minifloresta plantada por outras crianças há quatro anos. “Hoje a aula é na florestinha”, avisa a professora. Apesar da empolgação generalizada, a professora e suas assistentes conseguem organizar tranquilamente uma roda e toda a turma se senta para realizar uma atividade em grupo. Depois, brincam livremente com folhas, galhos e frutos das mais de cem espécies de árvores nativas da Mata Atlântica plantadas e mantidas com a ajuda de um projeto da ONG Formigas de Embaúba em parceria com a Secretaria de Educação Municipal de São Paulo. Veja o texto na íntegra: Valor O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.

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