Alunos de Medicina dos cursos de piores notas no Enamed são mais velhos e reclamam da estrutura da faculdade

03/02/2026

 

Um terço dos estudantes da pior faixa de desempenho na prova relatou dificuldade financeira como a principal adversidade ao longo da graduação Alunos que estudam nos cursos com pior faixa de desempenho no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) são mais velhos, estudam menos horas e relatam que precisam trabalhar mais do que aqueles que estão em instituições que tiraram as maiores notas. Além disso, um terço deles relatou dificuldade financeira como a principal adversidade ao longo do curso — mesmo em um cenário no qual o perfil econômico dos dois grupos é idêntico, com predomínio de universitários ricos entre os médicos recém-formados. Os dados (veja mais no infográfico) são de um questionário aplicado aos estudantes durante a realização do teste. O Enamed, criado em 2025, é uma prova realizada pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar os cursos de Medicina no país, com participação obrigatória dos profissionais que estão se formando no ano da aplicação. Das 351 instituições de ensino com participantes nesta primeira edição, 24 ficaram com o conceito 1 e 83 com o 2, faixas de desempenho consideradas insuficientes. Nesses níveis, a média dos estudantes não passou de 60% dos acertos. Veja o texto na integra: O Globo O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

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