Projetos que auxiliam educação pública se reinventam na pandemia

28/07/2020

 

Com a suspensão das aulas presenciais, organizações buscam maneiras de contornar falta de acesso à tecnologia. Pesquisa aponta que quatro em cada dez alunos da rede pública não têm acesso a computadorNum país em que educação pública e privada são tão desiguais, a pandemia de covid-19 agravou ainda mais a discrepância entre o ensino recebido em uma rede e outra. Com a suspensão das aulas presenciais, uma parte considerável dos 45 milhões de estudantes de escolas públicas do Brasil passou a nem sequer ter acesso às aulas.Tal cenário obrigou organizações que já trabalhavam para melhorar a qualidade da educação pública a se reinventar – e oferecer equipamentos e sistemas online para essa parcela passou a ser prioridade.Criador do projeto Constituição na Escola, o advogado Felipe Costa Rodrigues Neves conta à DW Brasil que precisou revisar todo o plano de 2020 diante da pandemia. A ideia original, de levar conhecimento sobre a Constituição brasileira a 30 mil alunos da rede pública em São Paulo e Salvador de forma presencial, acabou sendo substituída, em um primeiro momento, pela criação de conteúdo online. “Mas esbarramos na questão da falta de condição de acesso”, diz o advogado.De acordo com a pesquisa TIC Educação 2019, divulgada em junho, 39% dos alunos de escolas públicas no Brasil não têm nem tablet nem computador em casa.Leia na íntegra: Deutsche Welle Brasil

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