As universidades geram receita própria, mas o governo se apropria dela

02/12/2019

 

A geóloga Márcia Abrahão, 1ª reitora da UnB, saneou as contas da instituição em 2018. Para ela, o financiamento da educação é dever estatalQuando o ministro Abraham Weintraub lançou a sua cruzada moral contra as comunidades acadêmicas povoadas por sem-terra e gente pelada, a Universidade de Brasília foi uma das primeiras atingidas pelo bloqueio de 30% dos recursos orçamentários. Há três anos no comando da instituição, a geóloga Márcia Abrahão não se abalou. Enfrentou situação pior no governo Temer, quando a UnB passou pela maior crise financeira desde a sua criação, em 1962.Apesar de viver no aperto, a universidade tem mecanismos de geração de receita própria, mas boa parte dos recursos acaba apropriada pelo Tesouro. É por isso que, em sua luta por maior autonomia financeira e administrativa, Márcia Abrahão dá pouca importância aos ataques do ministro falastrão. Embora não tenha nada contra ele, até porque mal o conheço, Weintraub tem preconceito em relação às universidades públicas, parece conhecer pouco dessas instituições, diz. Eu, inclusive, o convidei para conhecer a UnB. Isso o teria poupado de declarações constrangedoras, por falta de conhecimento.Veja o texto na íntegra: Carta Capital

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