Após ação contra colégio por ideologia de gênero, MP de Minas solta nota em defesa da liberdade de ensinar

03/12/2018

 

O próprio órgão pediu a suspensão do processo movido por uma de suas promotoriasO Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) emitiu uma nota, nesta quarta-feira, reafirmando a defesa da liberdade de aprender e ensinar nas escolas. O comunicado acontece após um imbróglio envolvendo o próprio MPMG e o Colégio Santo Agostinho, depois que a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes ingressou com uma ação civil pública contra a instituição de ensino por ter incorporado a temática de gênero em suas aulas. Um pedido de suspensão da ação foi feito pelo próprio MP, na segunda-feira, alegando conflito de atribuições do órgão que propôs a medida e ainda será apreciado pelo juiz.A ação da promotoria alegava que ao inserir a discussão nas salas de aula a escola promovia a ideologia de gênero, termo rechaçado por educadores por promover uma visão pejorativa sobre a questão. De acordo com a escola, na ação a instituição era acusada de confundir a cabeça das crianças e jovens. A ação pedia que a escola fosse obrigada a pagar uma indenização por dano moral coletivo no valor das mensalidades e matrículas de todos os alunos de 3º a 6º ano do fundamental, matriculados em 2017.Leia na íntegra: O GloboO Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

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